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Diretor da Faculdade Municipal quer insistir no concurso público

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O diretor da Faculdade Municipal “Professor Franco Montoro”, Márcio Antônio Ferreira, está preparando um novo projeto para voltar à Câmara Municipal ainda nestes primeiros meses do ano, a fim de apresentá-lo aos vereadores. A razão, embora seja simples, é de extrema importância para a instituição de ensino. Márcio explicou que é fundamental a autorização do Legislativo para que a Faculdade Municipal abra concurso público para contratar de maneira efetiva seus professores. Até então, os professores eram contratados e, agora, em 2019, vão ser admitidos por meio de processo seletivo que já está sendo feito pela instituição.

No entanto, o diretor da “Franco Montoro” reforça sua explicação sobre a necessidade urgente de ter professores efetivos para que a instituição de ensino consiga captar recursos dos Governos Federal e Estadual para investir em pesquisas. “Do jeito que estamos hoje não conseguimos essa verba para pesquisas, porque os órgãos competentes questionam porque a Faculdade Municipal não tem professores efetivos. Sem essa efetividade, não conseguimos comprovar e assegurar a dedicação exclusiva do professor naquela pesquisa”, lamentou Márcio.

Atualmente, a “Franco Montoro”, de acordo com ele, faz pequenas pesquisas com base nos temas defendidos pelos alunos em seus TCCs (Trabalho de Conclusão de Curso). Mas o ideal é que as grandes pesquisas também sejam liberadas para a Faculdade Municipal. “Essa instabilidade dos professores prejudica nessa questão e quero reverter isso buscando efetivar, pelo menos, 1/3 dos professores, o que não irá comprometer o orçamento da faculdade”, alegou Márcio.

Márcio
Márcio

A princípio, o diretor da “Franco Montoro” até tentou passar na Câmara Municipal o projeto de lei que tratava deste concurso público, mas não conseguiu sequer que o documento fosse apreciado pelo plenário. Pelo contrário, para conseguir a aprovação de outros itens alterados na lei municipal que rege a Faculdade, Márcio precisou retirar todas as cláusulas, artigos e parágrafos que tratavam do concurso público. “Aos vereadores, eu expliquei à exaustão toda a problemática que é para a faculdade municipal não ter professores efetivos por falta de concurso público, mas nada adiantou. Eles não entenderam e decidi, então, retirar essa parte do projeto anterior”, contou Márcio.

Agora, Márcio admitiu que terá, sim, de voltar à Câmara para insistir neste assunto com os vereadores na tentativa de fazê-los compreender a importância de ter professores efetivos na Faculdade Municipal beneficiando, assim, os investimentos em pesquisas.

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