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Direção do Sindiçu começa a elaborar pauta de reivindicações da categoria

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A direção do Sindiçu (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mogi Guaçu e Região) já vai dar início a formação de pautas para as reivindicações deste ano junto à Prefeitura de Mogi Guaçu. De acordo com o presidente do sindicato, Waldomiro Sutério, o Miro, serão feitas nove reuniões para discutir com a categoria quais serão as reivindicações tanto econômicos quanto sociais. As três primeiras reuniões vão acontecer na semana que vem, respectivamente, na 3ª, 4ª e 5ª feira, às 19 horas, na sede do Sindiçu, na região central. “Depois na outra semana serão mais três reuniões e, em fevereiro, outras três. Dessa forma, os servidores municipais podem se programar para participar porque serão nove reuniões. Pelo menos, de uma delas será possível eles irem”, comentou Miro.

Ele afirmou que a participação dos servidores municipais nas reuniões para formação de pauta e também nas assembleias gerais da categoria é muito importante e necessária para fortalecer as reivindicações que serão feitas ao prefeito Walter Caveanha (PTB). “Pedimos o apoio e a confiança dos servidores municipais para que eles participem, nos ajudem a montar a pauta de reivindicação e esteja com a gente nas assembleias. Juntos, a gente consegue”, reforçou Miro.

O presidente do Sindiçu ainda disse que, este ano, o sindicato será mais firme na reivindicação do aumento salarial exigindo a reposição também do ano passado. “Não tivemos nada de aumento salarial em 2018. Nem mesmo aquele 1% que o prefeito havia concedido. No fim das contas, o servidor municipal ficou sem nada a mais no salário. Então, este ano vamos reivindicar os dois anos (2017 e 2018)”, pontuou Miro.

De acordo com ele, o Sindiçu já está elaborando um relatório com todas as perdas salariais da categoria para ser entregue e apresentado ao servidor nos dias de reunião a fim de que ele veja quanto está perdendo de valor real no seu salário. “Além disso, a Educação está sofrendo muito, porque foram cortadas muitas horas extras no Magistério, não autorizaram nenhuma contratação, está bem difícil”, comentou.

Nesta segunda-feira (15), Miro iria tentar uma reunião com o secretário municipal da Fazenda, Roberto Simoni, a fim de saber dele quais são as perspectivas da Prefeitura de Mogi Guaçu com relação ao dissídio dos servidores municipais. “Vou conversar com ele sobre esse assunto, porque não podemos ficar montando pauta de reivindicações sem saber ao certo o que a Prefeitura pretende neste ano com relação à categoria. Vamos, pelo menos, tentar entender e ouvir o que a Prefeitura tem a nos dizer”, concluiu Miro.

 

 

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