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DIG investiga o 1º homicídio do ano

Jucelino da Costa da Silva foi executado na Vila Leila e a DIG já investiga o caso e duas testemunhas foram ouvidas

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Por Alair Junior

Jucelino da Costa da Silva, de 31 anos, morador da Rua Pedreira, na Vila Leila, foi assassinado na noite da última quarta-feira (24) após ser atingido por cinco tiros. Ele morava nos fundos do imóvel 416 e foi baleado em frente ao número 406. Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 23h00 e foi praticado por duas pessoas que ocupavam um carro. O veículo se aproximou da vítima e o atirador disparou através da janela atingindo Jucelino que caminhava pela calçada, voltando de uma academia. Testemunhas disseram que, após os tiros, um veículo Fox escuro foi visto deixando o local. Vizinhos o ampararam e acionaram equipes de resgate. Uma almofada chegou a ser colocada sob o seu pescoço e uma unidade do Samu chegou a socorrê-lo até a Santa Casa, mas o paciente morreu minutos depois de dar entrada no hospital. “Durante o resgate, a vítima alternava momentos de consciência e não conseguiu dar informações sobre o crime”, disseram os policiais militares Soares e Allan, que atenderam ao chamado.

homicidio rua pedreiraO local foi periciado pela Polícia Técnico-Científica e um inquérito policial foi instaurado pela Polícia Civil. A equipe da delegada Edna Elvira Salgado Martins, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), iniciou os trabalhos investigativos logo após o homicídio e o objetivo é identificar os autores e a motivação do delito.

Jucelino trabalhava como cuidador de idosos, era solteiro e homossexual. Em 2016 ele se envolveu em uma briga no Parque dos Ingás, onde ocorria um movimento social GLSBT “parada gay”. A vítima foi acusada, na época, de criar um desentendimento que acabou ferindo duas pessoas. No entanto, esse fato pode não ter relação com o assassinato, garante a polícia. Considerando que o crime tem características de execução (vários tiros e nada roubado) existe a possibilidade de estar ligado à vingança, motivação passional ou homofobia. Embora a Polícia Civil não tenha confirmado essas suspeitas, ainda não descartou nenhuma possibilidade. “A investigação está em andamento”, pontou a delegada responsável pelo caso.

Essa semana, a DIG ouviu duas testemunhas e os investigadores estão buscando por pistas. Informações anônimas podem ser transmitidas pelo telefone (19) 3861 4927.

 

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