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DIG esclarece morte de trabalhador rural de Martinho Prado

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A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Mogi Guaçu esclareceu o homicídio que vitimou o trabalhador rural Edvaldo de Jesus, de 27 anos, em Martinho Prado Júnior no final de semana.

A delegada titular da DIG, Edna Salgado Martins, explicou à Gazeta que o caso chegou à delegacia na segunda-feira (6). “Nós sabíamos apenas que o autor das facadas era um homem conhecido como “Zé Niquinha” e que estava foragido“.

“A partir disso, iniciamos uma investigação e chegamos até a identidade do acusado; Genilson Teixeira Soares, de 23 anos”.

No mesmo dia, depois de já ter sido identificado pela DIG, o acusado compareceu no plantão policial as 20h20 para se apresentar.

A delegada contou qual versão ele apresentou a polícia.  “Ele confessou que deu as facadas e disse que já fazia uns três meses que a vítima o chamava para brigar e que ele não sabia o motivo dessa intimação e que na noite de domingo (5), ele passou na frente de uma casa que estava tendo uma festa e a vítima mais uma vez o chamou para a briga. Ele falou que tentou sair da situação, mas não conseguiu e acabou desferindo os golpes com uma faca”.

“Agora, ele foi indiciado por homicídio e a princípio irá responder em liberdade porque não houve o flagrante e não tinha sido expedido o mandado de prisão”, pontuou a delegada.

Vale ressaltar que tanto a vítima como o autor confesso do crime são naturais da cidade de Maravilha, que fica no estado de Alagoas.

O caso

O trabalhador rural Edvaldo de Jesus, de 27 anos, morreu após levar vários golpes de faca de um homem conhecido como “Zé Niquinha”. O crime aconteceu às 2 horas deste domingo (5), na Travessa Zulmira de Freitas Costa, no Distrito de Martinho Prado Júnior. Edvaldo foi socorrido até a Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

 

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