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Curtas: Tiros em Mogi, bar lacrado e ameça

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Disparo de Arma

Uma discussão em torno de um acidente de trânsito assustou quem passava pela região do Zerão, na manhã desta terça-feira (14), em Mogi Mirim. Duas mulheres se envolveram em um acidente na semana passada e ficaram de fazer o acerto do prejuízo perto de uma banca de revistas, no Zerão. Uma das envolvidas levou o irmão, um policial militar de 25 anos, para negociar o valor com a outra condutora no local por ela marcado, no Zerão. Ele não se identificou como policial e começou a negociar o valor e a outra mulher não aceitava. Após uma discussão e a intervenção de um motorista de 53 anos, houve uma briga. O motorista fez uma ligação pedindo ajuda. Nisso, o policial e a irmã continuam a conversar com a mulher quando um Vectra chega e o condutor, um comerciante, de 51 anos, entrega um revólver para o irmão, que começou a briga. O policial e a irmã tentam sair do local. O policial se esconde atrás do carro e dá um disparo de alerta e é revidado com mais dois disparos. O policial dispara novamente e tenta fugir correndo com a irmã, momento que são perseguidos pelo motorista do Vectra. Na fuga, eles pulam no lago Lavapés. O autor dos disparos diz que jogou a arma pelo local e ouviu dizer que foi lançada no lago. Ao saber que o homem era um policial militar, ele se apresentou espontaneamente na delegacia. O condutor do Vectra foi localizado em uma banca de revistas, a qual é dono, em outro ponto da cidade e levado preso. Disse que foi atrás do policial de carro na intenção de pedir para parar a discussão. O policial tinha escoriações pelo corpo e na delegacia, após interrogatório, foram liberados e a ocorrência foi registrada como lesão corporal e disparo de arma de fogo. As investigações continuam.

 

Bar sem alvará

Guardas civis fecharam na tarde de segunda-feira (13), um bar na Praça São Vicente, no Jardim Itacolomy. A pedido da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (SPDU), os guardas César e Márcia foram averiguar a situação do estabelecimento comercial. No local, o comerciante de 48 anos, não apresentou alvará de funcionamento e nem mesmo a vistoria do Corpo de Bombeiros. O comerciante foi obrigado a fechar as portas por descumprimento de Lei Municipal por estar funcionando sem alvará.

 

Ameaças

Um servidor público tomou coragem e registrou um Boletim de Ocorrência para tentar parar a sequência de ameaças que vem sofrendo há cerca de um ano. Ele disse que após fazer uma denúncia contra funcionários da repartição, que não cumprem horário de trabalho e de maus-tratos à população, passou a ser ameaçado. As ameaças se dão por ligações intimidadoras no celular e uso indevido de seu CPF. Acredita que o objetivo é que se desestabilize emocionalmente.

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