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Criança de 4 anos acusa tio de estupro

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Muitos casais não querem abrir mão do sonho de serem pais. Porém, precisam trabalhar e muitas vezes recebem o apoio da família para cuidar das crianças. Em um dos casos, a criança de 4 anos disse ter sido abusada sexualmente pelo tio.

O pai em desespero procurou a delegacia para registrar Boletim de Ocorrência e pedir investigação. Ele contou que ao buscar o filho na casa da sogra, onde o menino sempre ficou, percebeu que ele estava diferente.

Ao chegar em casa e dar banho no filho, percebeu que o garoto encostou na parede e não queria sair. Mais uma vez o pai perguntou e a criança contou que o tio ‘colocou o caminhão na garagem’. O pai contou o fato  para a esposa e o garoto repetiu a história à mãe e a uma tia.

Com apoio dos policiais militares Cazalli e Alan, a família foi levada ao Posto Médico.  O pai pediu ajuda de um dos policiais para conversar com o médico. O menino contou a mesma história e acrescentou que o ‘caminhão tinha capinha’. O policial desconfiou que seria um preservativo e foi até a recepção do local e pegou uma camisinha. O menino disse que não era aquilo. O policial então abriu o pacote e a criança reconheceu a ‘capinha’.  O menino foi encaminhado ao médico legista, que não constatou lesão.

O tio de 55 anos foi levado até a delegacia e o pai transtornado passou a agredi-lo, assim como o patrão dele. Os policiais separaram os envolvidos e o acusado disse que irá processar os agressores.

O caso foi descoberto e registrado pelo pai da vítima na noite de sexta-feira (9). O delegado João Luiz Rissato encaminhou o caso para investigação.

 

Na mesma noite

Em outro caso, a avó de uma menina de 5 anos desconfia que a neta tenha sido estuprada pelo padrasto. Ela também compareceu na delegacia, na noite de sexta-feira (9), e relatou o que ouviu da neta.

A menina contou que à noite, o marido da mãe teria ‘passado a mão’ em sua genitália, sendo que esta não seria a primeira vez. A avó lembrou que a criança já vem sendo acompanhada pelo Conselho Tutelar e a primeira denúncia em apuração envolvendo o padrasto segue pela DDM (Delegacia de Defesa da Mulher).

conselho tutelar

Foi mesmo estupro?

Nos dois casos, o médico legista alegou não ter encontrado lesões nos órgãos genitais das crianças. Porém, as conselheiras tutelares que acompanham casos assim afirmam que há outras formas de se comprovar o estupro quando não há penetração anal ou vaginal. A própria entrevista com profissionais habilitados formam um laudo que é anexo ao inquérito policial. Há exames que são feitos na língua, por exemplo.

Elas explicam que, para se livrar de provas e acusações, os abusadores utilizam outros meios como o sexo oral, a masturbação na frente da criança ou ejaculando sobre o corpo da criança ou perto dela, assistir com elas vídeos pornográficos e por passar a mão em seu corpo e fazer carícias íntimas.

Em um dos casos, uma adolescente só percebeu que era estuprada pelo pai aos 14 anos. Desde pequena o pai fazia carícias em seu corpo e ela achava que era carinho paterno, foi só quando teve o primeiro namorado que comparou as carícias e entendeu os abusos que sofria. As conselheiras contam que são mais raros, mas existem mães e professoras que abusam de meninos e adolescentes estimulando-os no pênis.

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