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Criança de 1 ano é vítima do pai e da madrasta

Situação foi classificada como grave; a criança sofria agressões, não recebia cuidados médicos e sua alimentação não era suficiente

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Por determinação do juiz Fernando Colhado Mendes, uma menina de 1 ano e 10 meses foi retirada da casa onde vivia com o pai e com a madrasta. A criança foi levada para viver no Centro de Atendimento à Criança (CAC). A conselheira tutelar Andrea Davidoski foi até o sítio que fica localizado na região do Engenho Novo para cumprir com urgência a Medida Protetiva à Criança acompanhada dos guardas civis Anselmo, Paulo e Coutinho.

Há uma semana no abrigo, a menina será acompanhada por uma equipe de técnicos para analisar o caso e sugerir novas condutas a serem adotadas. Segundo apurou a reportagem, a mãe da criança vive em situação de rua e é dependente química. A guarda judicial seria da avó materna, porém ela não tem condições financeiras para cuidar da neta que está doente.

ConselhoTutelarA situação da criança foi classificada de natureza grave, pois sofre agressões do pai e da madrasta. A menina não recebe cuidados médicos e sua alimentação não é suficiente para seu desenvolvimento.

Esse é o caso mais recente de acolhimento institucional. Até junho desse ano, foram 13 crianças que passaram a viver no CAC. No ano passado, foram 16 vítimas de maus-tratos entre crianças e adolescentes. O número aumentou devido ao abrigamento de número de irmãos.

Os conselheiros tutelares explicam que o abrigamento por meio de mandado judicial é o último recurso, somente quando pais e familiares não oferecem proteção à criança ou ao adolescente e desprotegidos há riscos à integridade física e emocional. São situações de conflito familiar e que geram os maus-tratos e casos de negligência, como deixá-los sem comida, vacina, em ambientes insalubres para a saúde ou de frequentar os atendimentos propostos pela rede de assistencial social, de educação e saúde.

Há situações de abrigamento imediato quando os conselheiros encontram crianças sozinhas em casa e sem condições de indicar um responsável, em situação de risco ou adolescentes pelas ruas. Nesses casos o juiz deve ser comunicado em 24 horas.

 

Outro

Na tarde de ontem (14), o Conselho Tutelar cumpriu mais um acolhimento por ordem judicial. Um recém-nascido foi retirado de uma mãe usuária de entorpecente, na Zona Leste. O bebê também foi levado para o Centro de Atendimento à Criança (CAC). A família do recém-nascido vai ser acompanhada pela equipe técnica do CAC para saber se terá condições de receber o bebê.

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