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Corta-fogo: Corpo de Bombeiros orienta brigadistas

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O treinamento da Operação Corta-Fogo, ministrado pelo Corpo de Bombeiros, movimentou a tarde desta terça-feira (17), no Jardim Eldorado. A atividade contou com brigadistas de secretarias, autarquias, agentes da Defesa Civil e Tiro de Guerra de Mogi Guaçu e outros brigadistas e agentes de 50 municípios da Baixa Mogiana. Tratava-se da parte prática da oficina preparatória para a Operação Estiagem, sendo que a parte teórica aconteceu no auditório da FMPFM (Faculdade Municipal Professor Franco Montoro).

Antes de seguir à parte prática da Operação Corta-Fogo, o subtenente Ferreira do Corpo de Bombeiros explicou de forma didática sobre os materiais usados nesta ação. Isto porque, havia muitos que faziam o treinamento pela primeira vez. Explicou até mesmo que cada grupo deve ser formado por sete pessoas, sendo um deles o chefe e os demais auxiliares na empreitada, sendo cada um com suas funções pré-definidas.

operacao corta fogo defesa civil

“Falaremos dos métodos de extinção do fogo para vegetação rasteira ou aérea, são eles: turfa (fogo embaixo do subsolo), rasteiro (superficial) e aéreo (árvores), detalhou o subtenente, exemplificando que os incêndios já ocorridos na Fazenda Campininha, no distrito de Martinho Prado Júnior, são exemplos de incêndio em que se observam os três tipos citados. Em seguida, Ferreira explanou sobre as duas formas de ataque direta e indireta, falando sobre o uso dos equipamentos: soprador, bombas costais e abafadores. Disse ainda de outros objetos como enxadas, foice e facão, ou seja, material de sapa que é usado na limpeza do terreno.

O subtenente pontuou que a falta de material humano é uma das dificuldades encontradas no combate ao incêndio em área florestal, por exemplo. Daí a importância do uso de trator e retroescavadeira para controlar o fogo. Por sua vez, o sargento Gregório pontuou que, no caso do combate de incêndio em turfa, antes de adentrar no local é preciso fazer uso do bastão, ou seja, não pisar de imediato. “Isto porque, o solo está instável e pode afundar, provocando queimaduras e lesões porque a temperatura pode chegar a 250 graus”, reforçou.

Acrescenta-se ao uso dos equipamentos, os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), entre os quais, macacão, bota, perneira, luvas, máscara, óculos e capacete. A Operação Estiagem é organizada pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC/SP) e Regional de campinas.

 

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