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Conseg cobra investimentos de R$ 55 milhões

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Uma das alternativas para atenuar os impasses financeiros e de logísticas enfrentados por Mogi Guaçu com o funcionamento da penitenciária feminina é o investimento de R$ 5,5 milhões. O valor é reivindicado pelo presidente do Conseg (Conselho Comunitário de Segurança), Vicente Artur Polito, por ser igual ao que foi investido na construção da penitenciária feminina pelo Governo do Estado. “Não investiram o mesmo valor na cidade. Onde estão as contrapartidas?”, questionou.

Para ele, há prioridades na área de segurança do município que precisam sair do papel. Antes e durante a construção da unidade prisional, o Conseg, junto com demais órgãos e entidades da sociedade civil, elencou prioridades nas áreas de Saúde, Educação, Segurança e Serviço Social. O documento, inclusive, foi entregue tanto aos prefeitos quanto aos deputados estaduais. “Estamos tentando uma nova conversa para conseguir, pelo menos, mais 10 viaturas para a Força Tática da Polícia Militar a fim de substituir a frota que já está rodada. Se conseguirmos cinco delas já ajudará. Precisamos de mais seis viaturas para a área do Batalhão. É o mínimo que pode ser feito”, avaliou Polito.

Vicente
Vicente cobrar valor igual ao investido na construção da unidade

O pedido por mais viaturas é feito por ele porque Polito acompanha o trabalho da Polícia Militar e sabe que a demanda por escoltas de presas aumentou consideravelmente tirando viaturas das ruas.

O prefeito Walter Caveanha (PTB), por exemplo, tem feito constantes pedidos ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) para a instalação de um novo distrito industrial na cidade. “Isso também é fundamental, mas é uma solicitação que pode demorar mais para ser atendida, enquanto que viaturas podem ser adquiridas de imediato. Apesar de que as licitações para a compra desses veículos deveriam ter sido feitas durante a construção da penitenciária”, ponderou Polito.

Outro investimento a ser cobrado do Estado, por meio de deputados, é o projeto de construção da sede do Batalhão da Polícia Militar que, atualmente, divide espaço físico com a Secretaria Municipal de Promoção Social. A área fica no Jardim Novo I e poderia abrigar não apenas o comando do Batalhão, mas também a 1ª Companhia da PM e a Força Tática. Ambas ocupam espaços cedidos pela Prefeitura. “A Prefeitura poderia, inclusive, economizar em aluguéis de outros imóveis, caso tivesse esses prédios de volta”, observou o presidente do Conseg.

Polito soube que o projeto de construção da sede do Batalhão foi adiado por causa da construção de outro Batalhão na capital por ocasião das obras da Copa do Mundo. Nas últimas semanas, o Major Mello Araújo, comandante do 26º Batalhão da PM, confirmou que o projeto arquitetônico foi aprovado no Governo do Estado. Mas que a data de entrega foi adiada para 2019. Porém, o Major tem mantido reunião técnica com o governo estadual a fim de adiantar o cronograma.

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