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Colégio Materna: empresária e Prefeitura aguardam manifestação da Justiça

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A empresária Ana Maria de Campos Moreno Pereira, proprietária do Colégio Materna, segue aguardando a decisão da Justiça. Devido ao recesso forense do Judiciário, que se encerra no próximo dia 20, Ana Maria ainda não pôde tomar nenhuma outra providência judicial na tentativa de reverter a situação na qual sua escola se encontra. “Tenho que esperar o fim desse recesso da Justiça para saber qual rumo eu vou seguir. Não posso ficar somente esperando uma decisão judicial, sem fazer mais nada. As aulas estão quase voltando e não posso abrir minha escola”, lamentou a empresária.

Desde outubro do ano passado, uma decisão repentina partiu da Prefeitura não autorizando o funcionamento do Colégio Materna no imóvel localizado na esquina das Ruas Amauri Caveanha com a Érico Veríssimo, situado no mesmo quarteirão da residência do prefeito. A empresária alugou o imóvel no Jardim Camargo para instalar sua escola recebeu todas as autorizações para adaptar o imóvel e quando tudo estava pronto para começar a funcionar a Prefeitura recuou da decisão inicial e se negou a autorização para o funcionamento do estabelecimento. “O prejuízo que estou tendo é muito alto. E ninguém da Prefeitura vai me reembolsar disso. É uma situação injusta e complicada”, pontuou Ana Maria.

As autorizações que Ana Maria cita são para a mudança de planta residencial para planta comercial, aprovada em maio pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano para as adaptações exigidas pela própria Prefeitura. Ela também obteve alvará do Corpo de Bombeiros e autorização da Diretoria de Ensino de Mogi Mirim. Segunda ela, a própria SOV (Secretaria de Obras e Viação) não tinha se oposto ao funcionamento do Colégio. Porém, em agosto do ano passado, para vetar o funcionamento da escola, a Prefeitura alegou impacto no trânsito especificamente no cruzamento das Ruas José de Paula e Joaquim Tereziano de Oliveira.

Ana Maria Moreno
Ana Maria Moreno

De lá para cá, Ana Maria e a Administração Municipal buscam na Justiça resolver o impasse por meio de recursos. Mas Ana Maria também lamenta o descaso da Prefeitura diante dos fatos. Isso porque, ela diz que aguarda um ‘retorno’ dos representantes do Governo Municipal desde outubro do ano passado e, até agora, nada. “Parece que fazem pouco caso da situação. Ninguém me retorna, conforme combinamos. Não resolvem nada e eu fico tendo de me explicar para os pais. Graças a Deus, eles estão do meu lado, com muita paciência. Mas acho que a Prefeitura me deve respeito e deveria, sim, conversar novamente comigo sobre este assunto. Mas o silêncio paira no ar”, concluiu Ana Maria, que tem cerca de 60 alunos atendidos por seu Colégio.

 

 

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