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Cidade não tem registro de picada de escorpião esse ano

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Levantamento da Vigilância Epidemiológica de Mogi Guaçu revela que a cidade não teve até agora nenhuma ocorrência registrada em relação à picada de escorpião. A pedido da Gazeta, a assessoria de imprensa apresentou os números registrados pela VE devido a preocupação dos moradores com relação ao escorpião.

Em 2018, foram 26 ocorrências registradas e 2017 foram 28. Uma média já registrada nos anos anteriores: 2014 com 20 ocorrências, 2015 com 19 e 2016 com 24. As ocorrências são registradas pela Vigilância Epidemiológica que recebe notificação sobre a picada do animal peçonhento. Os adultos foram as maiores vítimas, segundo o levantamento. Os dados são de responsabilidade da VE, enquanto que a captura do escorpião é do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses).

A recomendação dos órgãos responsáveis é para que o morador mantenha os quintais e terrenos limpos evitando madeiras e entulhos. Outra dica é evitar a proliferação de baratas, pois elas são o principal alimento dos escorpiões. Por conta da alta na umidade e na temperatura, o período é propício para que os escorpiões se desalojem e saiam em busca de alimentos, como as baratas. Isso justifica o número elevado de casos de escorpiões encontrados nessa época do ano em residências.

A Prefeitura também orienta aos moradores a não encostar as camas nas paredes e utilizar ralos que fecham. É importante ressaltar que não há um veneno regulamentado pelo Ministério da Saúde para combatê-los.

A recomendação da Prefeitura é que a vítima seja levada até a Santa Casa, e somente o médico poderá avaliar se há necessidade de aplicação do soro ou não.

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Picada

A picada de escorpião, na maioria das vezes, causa poucos sintomas, como vermelhidão, inchaço e dor no local da picada, entretanto, alguns casos podem ser mais graves, causando sintomas generalizados, como enjoo, vômitos, dor de cabeça, espasmos musculares e queda da pressão, havendo, até, risco de morte.

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