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CEI na Câmara ainda não iniciou os trabalhos

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Ainda estão parados os trabalhos da CEI (Comissão Especial de Inquérito) que vai acompanhar os trabalhos de investigação deflagrados pela Polícia Federal alusiva à denúncia de possíveis fraudes de processos licitatórios de contratação de empresas para fornecimento de uniformes escolares, terceirização da merenda escolar e fornecimento de apostilas para a rede pública de ensino de Mogi Guaçu, na operação “Prato Feito”.

A Gazeta apurou junto à Câmara Municipal que provavelmente os integrantes da CEI vão aguardar o fim do recesso parlamentar, no próximo dia 31, para então dar início aos trabalhos. “Sabemos que o ideal é começar a pedir os contratos agora e já ir analisando os documentos. Mas, durante p recesso, cada vereador assume compromissos diferentes e é mais complicado reunir todos”, comentou um dos integrantes da CEI, o vereador Francisco Magela Inácio, o Chicão do Açougue (PSD).

Vereador Chicão acredita que abertura dos trabalhos acontecerá após fim do recesso
Vereador Chicão acredita que abertura dos trabalhos acontecerá após fim do recesso

A Gazeta tentou falar com os outros dois integrantes da CEI, os vereadores Jéferson Luís (PROS) e Elias dos Santos, o Pastor Elias (PSC), sobre o assunto, mas eles não puderam atender as ligações de imediato. Jéferson estava numa reunião e Pastor Elias estava trabalhando em outra cidade.

O prazo para que as investigações desta CEI sejam concluídas terminará em outubro, mas poderá ser prorrogado, caso os integrantes da Comissão Especial considerem necessário.

A CEI foi aberta a pedido do vereador Jéferson Luís, após o vereador Thomaz de Oliveira Caveanha (PTB) ter sugerido, na tribuna da Câmara,

que a CEI fosse instaurada. Thomaz é um dos investigados pela Polícia Federal, na Operação Prato Feito, por ter seu nome e imagem envolvidos no suposto recebimento de propina no valor de R$ 4 mil. O caso veio à tona há quase três meses quando a Polícia Federal e agentes da CGU (Controladoria Geral da União) estiveram em Mogi Guaçu cumprindo mandados de busca e apreensão nas casas do prefeito Walter Caveanha, do vereador Thomaz (filho do prefeito) e no Paço Municipal. Embora o alvo da CEI não seja por si só o envolvimento de Thomaz na “Operação Prato Feito”, uma das penalidades que a Comissão Especial de Inquérito pode aplicar é a perda do mandato de vereador por quebra de decoro parlamentar, crime de corrupção ou de improbidade administrativa, conforme determina o LOM (Lei Orgânica do Município).

 

 

 

 

 

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