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Carnaval tem tráfico de drogas, porte ilegal de arma e violência doméstica

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Os dias de carnaval foram tranquilos em Mogi Guaçu, tanto que o 26º Batalhão de Polícia Militar do Interior informou que houve redução de 57% nos crimes de furto e redução de 8% nos crimes de roubo, em comparação ao mesmo período do ano passado. Com isso, o resultado dos dias de folia na área do batalhão, que corresponde aos municípios de Mogi Guaçu, Estiva Gerbi, Mogi Mirim, Pedreira, Holambra, Jaguariúna, Itapira e Santo Antônio de Posse foi de quatro pessoas presas, três armas de fogo e dorgas apreendidas.

Já a Guarda Civil Municipal também registrou ocorrências de praxe como tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, sendo que no final da tarde desta terça-feira (5), dois jovens em atitude suspeita foram abordados pela equipe do canil, no Jardim Vitória. Os guardas civis Ralph e Couto faziam um patrulhamento pela Rua Avelino Soares de Oliveira quando viram o momento em que os dois rapazes, de 19 e 20 anos, entraram em um mato.

Os guardas solicitaram apoio para o cerco e entraram no local para averiguar o que os dois estavam fazendo por ali. Depois de tentar fugir, os dois foram abordados na rua e em revista pessoal foi localizado com o rapaz, de 19 anos, cinco porções de maconha e com o suspeito, de 20 anos, R$50.

Em seguida, a cadela de faro Babi, localizou quatro pedaços de maconha e catorze porções da mesma droga, totalizando 177 gramas. Os dois foram detidos e encaminhados à Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde o jovem, de 19 anos, que confessou ter comprado a droga foi liberado e o rapaz, de 20 anos, permanecer preso à disposição da Justiça pelo crime de tráfico de drogas.

No domingo

Já na tarde de domingo (3), um homem, de 37 anos, foi preso por porte ilegal de arma de fogo e por violência doméstica. A equipe do canil da GCM foi até um pesqueiro localizado no bairro rural Nova Olinda depois de receber relatos de que pelo local havia um homem armado agredindo a própria mãe, uma aposentada, de 65 anos.

A GCM abordou o acusado de violência e nada de irregular foi encontrado com ele. No entanto, em revista feita na residência, os guardas civis encontraram debaixo da cama dele uma espingarda calibre 12 com duas munições, sendo uma delas deflagradas.

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A mãe do agressor contou a equipe do canil que foi empurrada pelo filho, momento em que caiu no chão e bateu o braço direito em uma cadeira.

O cunhado do homem, um vigia, de 38 anos, também foi agredido ao receber uma coronhada no rosto. Ele contou aos guardas civis que foi tentar ajudar a sogra quando o agressor foi ao quarto e voltou com a espingarda. Com isso, ele saiu da residência e ligou no número 153 solicitando a GCM que depois de levar as vítimas para atendimento médico encaminhou todos à Central de Polícia Judiciária (CPJ), onde o homem foi enquadrado na Lei Maria da Penha e foi preso sem o direito de fiança por porte ilegal de arma de fogo. A GCM contou com o apoio da Polícia Militar.

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GAZETA GUAÇUANA, 2 de março de 2019

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