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Audiência no TRT entre Sindiçu e Prefeitura se aproxima

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A direção do Sindiçu (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mogi Guaçu e Região) está se preparando para a nova audiência de conciliação que será realizada com a Prefeitura de Mogi Guaçu, no próximo dia 15, no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), em Campinas, às 15 horas. “Estamos praticamente na contagem regressiva e otimistas que sairemos de lá com boas notícias”, comentou o presidente do Sindiçu, Valdomiro Sutério, o Miro.

O secretário municipal da Fazenda, Roberto Simoni, está para receber ainda esta semana os técnicos da Conam Consultoria para fazer um diagnóstico financeiro de janeiro até junho deste ano. Somente após esse trabalho é que o Município terá um parâmetro completo sobre as despesas e receitas da Administração. A partir daí, será traçado uma estimativa de receitas e despesas para os próximos cinco meses deste ano.

Os dados que serão resultantes do trabalho da consultoria serão fundamentais para a Prefeitura de Mogi Guaçu decidir se conseguirá ou não conceder algum índice de reajuste salarial para os servidores públicos municipais. “Foi isso que nós, do Sindiçu, entendemos. A Prefeitura pediu para negociar somente neste segundo semestre. Agora, ele chegou e estamos dependendo destes dados para saber os rumos dessa audiência de conciliação”, comentou Miro.

Roberto Simoni aguarda resultados da consultoria
Roberto Simoni aguarda resultados da consultoria

Na última audiência, no TRT, realizada em junho, a Prefeitura alegou que somente poderia negociar o índice do dissídio dos servidores municipais no segundo semestre deste ano. Inclusive, essa possibilidade de negociação já vinha sendo defendida pelo secretário municipal da Fazenda. Isso porque, Roberto Simoni explicava que não havia como a Administração Municipal definir qualquer índice de reajuste salarial antes do fechamento do primeiro semestre e das perspectivas deste segundo semestre.

A princípio, quando tiveram início as negociações sobre o dissídio da categoria, os servidores municipais pediram reajuste de 8%, sendo 6% de aumento real e o restante referente ao índice da inflação acumulada nos últimos 12 meses. Mas no último dia 23 de abril, diante da recusa da Prefeitura em aceitar o índice de 8%, a assembleia geral da categoria fechou questão em 5% de aumento salarial.  O Governo Municipal também não aceitou e insistiu em não conceder nenhum índice de reajuste salarial até o início deste segundo semestre. Vale ressaltar que a Câmara Municipal aprovou, em abril, a continuidade do abono de R$ 100 concedido aos servidores municipais. A data base da categoria é março.

 

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