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Artigo: Sem perder a esperança

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O mundo está ruim, o Brasil está pior ainda, mas estamos sobrevivendo “nesses vales de lágrimas”. O final do ano desperta em nós uma esperança no ano novo que está por vir que pode ser diferente do ano que está se apagando. O Brasil viveu um ano muito intenso e difícil, estamos fadados à loucura de indivíduos que assumirão o poder. Resta-nos a esperança.

Bem, nós não podemos perder a esperança diante da dura realidade em que vivemos. Como nos recorda São Paulo: Devemos nutrir em nós a fé, o amor e a esperança. Porém, ao longo da nossa caminhada podemos até perder a fé e sobrevivemos, podemos perder o amor e continuamos a viver, mas se perdermos a esperança não nos resta mais nada a não ser o desaparecimento no precipício. Santo Agostinho dizia que a esperança possuí duas filhas lindas: “a indignação e a coragem”. A indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão e a coragem nos ajuda na missão de transformá-las.

Em 2019, iremos precisar de muita indignação, sobretudo contra aqueles que querem entregar o nosso país nas mãos dos estrangeiros, mas precisaremos de muita coragem para mudar o que está dado e será a esperança que nos conduzirá nesse processo. No contexto atual, marcado pelo ódio e pela corrupção de toda forma de transcendência, precisamos nutrir-nos da força que emana do presépio. Jesus-Menino nos ensina que o bem deve prevalecer, pois, o seu Espírito aquece a dura realidade.

A alegria que desponta em nós pelo início do novo ano deverá manter nossos ouvidos afinados para ouvirmos a melodia da esperança. Novos céus e nova terra nos promete o Menino de Belém. Novo Brasil e novo mundo deverão habitar em nós mesmo quando a realidade nos aponta para o abismo.

Eu desejo que em 2019 a esperança vença a ignorância da nossa mente. Que a chama do sagrado que habita em nós seja a mola propulsora de novos tempos. É preciso renovar a esperança para não nos entregarmos ao caos e endurecermos o coração.  Que a esperança do Deus-Menino habite em nós ao longo do ano que está nascendo.

 

 

Leandro Roberto Longo é professor e comerciante em Mogi Guaçu

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