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Artigo: 11 de setembro de 2001

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Quem não se lembra de onde estava na famigerada manhã de terça-feira, 11 de setembro de 2001? Eram quase nove horas da manhã, e assistíamos ao início daquele que viria a ser considerado o maior ataque terrorista de todos os tempos, tão grande que não se compara a nenhum argumento de filme já criado pelo país em que esse atentado aconteceu, os Estados Unidos da América, afinal, conhecemos os famosos títulos do tipo “arrasa-quarteirão” que o cinema americano produziu, produz e continuará produzindo, com muitas cenas de ação, efeitos especiais dos mais incríveis. No entanto, o que estava diante dos olhos do mundo inteiro era um triste “espetáculo” ao vivo, que ceifaria a vida de quase três mil pessoas e deixaria suas marcas na História Universal, com dolorosas consequências, como a chamada Guerra ao Terror, que sobreviria logo após o “11 de setembro”, numa caça ao homem, à cabeça, por trás de tudo aquilo: Osama Bin Laden. Aliás, você já viu o documentário “Fahrenheit 11/9”, escrito, estrelado e dirigido em 2004 por Michael Moore? Vale a pena ver/ouvir o que ele diz.

Bem, eu me lembro de que no dia dessa tragédia eu estava em casa, e minha família e eu assistimos a tudo sem compreendermos muito bem o que estava acontecendo àquele país tão desejado por tantos latino-americanos, tantos estrangeiros, que desejavam/desejam “conquistar” a América. Era um sonho ao contrário, um pesadelo sem precedentes para o povo norte-americano. Nostradamus teria previsto esse evento, que acarretaria uma crise econômica quase que imediata àquela que até então vinha sendo considerada a nação mais “forte” do mundo.

Outro filme interessante sobre o atentado é “Tão forte e tão perto”, feito em 2011 por Stephen Daldry, em que um menino de nove anos (o mesmo número do mês correspondente a setembro) perde seu pai no dia 11 de setembro e, logo depois, acha uma chave em sua casa e, devido ao desejo de ainda se manter ligado ao pai, acredita que a tal chave seria uma mensagem dele e, por meio de uma expedição pela Cidade, passa a procurar a fechadura relativa a essa chave perdida.

Hoje, 11 de setembro de 2017, após a morte de Osama Bin Laden, após o ataque à revista satírica francesa “Charlie Hebdo” e após os atentados terroristas que vivemos dezesseis anos após o mundo forçosamente mudar, caminhamos entre as imagens que nos ficaram de até onde o fundamentalismo étnico, filosófico e/ou religioso nos leva. Vide Adolf Hitler e ditadores Ltda. para entender os males que advém de humanos para humanos quando o pensamento de supremacia chega a seus mais altos graus de fervura. Nesse caldeirão de culturas e de interesses mundiais, vamos todos. Unidos. Em paz ?…

 

Olivaldo Júnior é funcionário público

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