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Aposentado é preso por estupro de criança

Crime foi praticado há um ano, policiais da ROCAM fizeram prisão em Mogi

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Um ano após o juiz Paulo Rogério Malvezzi expedir o mandado de prisão preventiva contra o aposentado

, 72 anos, ele foi detido. Coincidente nesse dia 10, mesma data do mandado – 10 de setembro de 2014.

Sizino reside no Jardim Alvorada e responde pelo crime de estupro de vulnerável contra uma criança de quatro anos. A menina ficava sob a supervisão da esposa dele para que a mãe da criança pudesse trabalhar.

O aposentado foi preso em Mogi Mirim pela equipe da Força Tática/ROCAM (Ronda Ostensiva Com Apoio de Motocicletas). Os policiais militares Maxwel, Dias e Moreira patrulhavam o Jardim Áurea quando perceberam o nervosismo de Sizino.

Em revista pessoal nada de ilícito foi encontrado e no sistema não constava nada contra ele. Porém, como ele continuou nervoso e tinha se recusado a fornecer seus dados, os policiais decidiram ampliar as buscas pelo arquivo policial, encontrando o mandado de prisão preventiva.

Ele foi conduzido à delegacia em Mogi Mirim para que se efetuasse a prisão. Segundo argumentado pelo juiz no mandado, as provas (laudos) confirmam a materialidade e revelam inídicos suficientes de autoria do abuso. Na ocasião do abuso, o aposentado foi levado à delegacia e confessou a autoria do delito. “Trata-se de crime hediondo, praticado contra criança de apenas quatro anos, o que de forma concreta demonstra a periculosidade do acusado, evidenciando o risco à sociedade ao permanecer em liberdade”, segundo o juiz.

 

O Estupro

Foi em 7 de setembro do ano passado que a jovem mãe, de 21 anos, percebeu que algo de errado havia acontecido. Na época ela acionou a Polícia Militar para pedir ajuda e contou aos policiais Mateus e Ortiz que deixava a menininha na casa do Sizino para  trabalhar. Mas a pequena começou a ficar quieta, triste, querendo apenas ficar sozinha em um canto da casa. E somente naquele dia contou à mãe que há algum tempo o homem passava a mão em suas partes íntimas. A violência sexual vinha acontecendo há 10 dias pelo menos.

Os policiais localizaram e levaram Sizino à delegacia. Lá, ele confessou que passava a mão na genitália da criança e negou que a tivesse machucado. Ele ainda disse que a menina é que ‘vai para cima dele’. Ele também chegou a dizer que se houvesse exame e a menina estivesse machucada não teria sido a ‘mão dele’. “Eu só passei a mão. Ela ficou o dia todo com o menino, o meu neto em cima dela. Meu neto, é ele, mas ele não quer falar”. O neto de Sizino também tinha quatro anos na época e segundo ele.

O aposentado, segundo apurado pela Gazeta na ocasião, contou que certo dia  a menina começou a dançar funk e a tirar a roupa provocando-o.  “Eu só passei a mão em seu corpo para que ela vestisse a roupinha.”

À época, o delegado José Emídio Carvalho Silva registrou o fato como estupro de vulnerável consumado, mas liberou o aposentado para voltar para casa. A família da vítima ficou indignada e o caso seguiu para a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher). Três dias depois o juiz expediu o mandado de prisão.

 

 

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