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Após morte por dengue hemorrágica, município soma 1.800 casos

Há outra suspeita de óbito por dengue sendo investigada pela Vigilância Epidemiológica da cidade

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A Secretaria Municipal de Saúde confirmou, através da Secretaria de Comunicação Social, a morte de um homem em decorrência da dengue hemorrágica. O fato foi confirmado no início da tarde de segunda-feira (27), tendo sido adiantada ainda existência de outra suspeita de óbito por dengue em investigação pela VE (Vigilância Epidemiológica). O município já soma mais de 1.800 casos de dengue. 

De acordo com informação repassada à imprensa, a Declaração de Óbito do paciente de 63 anos atesta que ele morreu de dengue hemorrágica no último domingo (26), depois de ter sido internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Santa Casa no início da madrugada. Foi informado ainda que o paciente recebeu hidratação no mesmo hospital na sexta-feira (24) e retornou passando mal por volta da uma hora de domingo. Segundo informado pela Santa Casa à VE, a dengue hemorrágica é apontada como causa única da morte na declaração de óbito.

Paciente faleceu na Santa Casa
Paciente faleceu na Santa Casa

É o primeiro caso de morte por dengue confirmado em Mogi Guaçu nesse ano. Por norma, a VE investigará os prontuários de internação e laudos de exames e notificará a ocorrência ao Ministério da Saúde e ao Comitê Municipal de Controle de Dengue. 

A outra suspeita de óbito é em relação a uma paciente que faleceu na madrugada do último dia 22 no Hospital Municipal “Dr. Tabajara Ramos”. Portanto, ainda não há confirmação de que a doença seja a causa da morte.

O município registra desde janeiro 3.168 notificações de dengue, com 1.809 casos positivos e aguardando o resultado dos exames. Os demais deram negativo. A Gazeta solicitou entrevista com a secretária municipal de Saúde, Clara Alice Franco de Almeida Carvalho, para saber se haverá adoção de outras ações no combate à dengue. No entanto, a Secretaria de Comunicação Social informou que ela não poderia atender a equipe porque estava com a semana atribulada.

As equipes seguem com o trabalho casa a casa verificando a existência de recipientes com larvas, mas as nebulizações não estão sendo realizadas porque o Ministério da Saúde ainda não enviou o inseticida usado neste trabalho.

 

REGIÕES

A região com maior número de casos positivos é a Área 5, que abrange parte das Zonas Leste e Norte e é referenciada pelas Unidades de Saúde dos bairros Fantinato I e II, Santa Terezinha, Santa Cecília, Zaniboni I e II, Súecia e Chaparral, com 753 ocorrências nestes cinco primeiros meses do ano.

A Área 101, que compreende a Zona Rural, referenciada pelas Unidades de Saúde do Distrito de Martinho Prado Júnior e Chácaras Alvorada, e inclui comunidades mais próximas do perímetro urbano, como as Chácaras Santa Felicidade, é a que registra menos casos, com 24 confirmações até agora.

A Área 1 (Zona Sul e Guaçu Mirim) registra 261 casos, a Área 2 (Centro de Saúde e Hermínio Bueno), 269, a Área 3 (Centro-Oeste e Centenário), 184, e a Área 4 (Zona Norte, Ypê II e Ypê Pinheiro), 317. Dos 1.809 casos positivos, apenas um, da Área 1, é importado. Os demais são autóctones, infectados no território do município.

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