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Alex Tailândia vai discursar na tribuna livre

Ele vai falar sobre o superfaturamento na compra da carne da merenda escolar na rede pública de ensino

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O ex-vereador Alexandro de Araújo, o Alex Tailândia (PRB), irá discursar na tribuna livre durante a sessão da Câmara Municipal, na próxima segunda-feira (2). O assunto do discurso será ação civil pública que trata sobre o superfaturamento na compra de carnes para a merenda escolar da rede pública de ensino durante a gestão do prefeito Walter Caveanha (PTB) e do ex-prefeito Paulo Eduardo de Barros, o Dr. Paulinho (PMDB). “É um assunto que não podemos deixar cair no esquecimento. Houve um desvio de milhões de reais no setor da Educação. Isso tem de ser cobrado da atual Administração”, reforçou Alex.

Na tribuna, ele terá até 30 minutos para discursar e responder eventuais perguntas que possam ser feitas pelos vereadores. O ex-vereador também disse que usar a tribuna livre é uma maneira de reforçar os resultados de seu trabalho durante o tempo em que exerceu o mandato, entre 2013 e 2016. “Eu fiscalizei de perto o uso do dinheiro público e todos os trabalhos feitos pela Prefeitura de Mogi Guaçu. À época, quando eu fiz a denúncia, o então vereador Ivens Chiarelli, que era líder do atual prefeito, debochou da minha denúncia e rindo disse que ela não daria em nada e que era mais uma que iria para a gaveta porque não tinha fundamento e não foi isso que aconteceu. A denúncia resultou em uma investigação”, frisou Alex.

O Promotor de Justiça Alexandre de Palma Neto propôs ação civil pública após ter instaurado inquérito civil a partir da denúncia feita pelo então vereador Alex Tailândia, no início de 2015. À época, Alex apresentou ao Ministério Público a denúncia de que a empresa Iotti Griffe da Carne Ltda seria alvo de investigações por cartelização e por improbidade administrativa, além de também haver indicações de superfaturamento de seus preços em Mogi Guaçu e em outras cidades. Na denúncia, Alex ainda afirmava que as Prefeituras de Amparo e Santo Antônio de Posse, por exemplo, compraram alimentos idênticos (carnes/frango) a preços bem menores que os pagos por Mogi Guaçu.

No mês passado, o juiz da 2ª Vara Cível da Comarca de Mogi Guaçu, Sérgio Augusto Fochesato, aceitou o pedido feito pelo Ministério Público e mandou bloquear os bens do prefeito Walter Caveanha, por meio de uma liminar. A liminar dada pelo juiz também atinge o ex-prefeito Dr. Paulinho e outros membros da Prefeitura, inclusive os secretários de Educação desta Administração e a anterior.

O bloqueio deverá atingir o patrimônio de todos os réus até somar o valor total de R$ 4.788.868,20.

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