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Venda de bebida alcoólica vira caso de polícia

Uma comerciante da Vila Leila percebeu que os meninos de 13 e 14 anos estavam alcoolizados e acionou a Polícia Militar

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Dois adolescentes embriagados chamaram a atenção de uma comerciante na Vila Leila, na madrugada de domingo (11). Ela chamou uma viatura da PM assim que viu um dos garotos de 13 e 14 anos passando mal. Eles se aproximaram do carrinho de lanches da comerciante.

Os policiais Gaudêncio e Cândido tentaram conversar com os rapazes que foram levados até o hospital para laudo médico que constatou a embriaguez. Um dos adolescentes disse que o amigo tinha R$ 5 e comprou a garrafa de vinho e que consumiram junto. Os policiais conseguiram descobrir o nome do beer que vendeu para os menores.

A comerciante de 42 anos não quis dar declarações sobre a acusação de ter vendido bebida alcoólica a menor de 18 anos. Ela foi levada para a delegacia e depois foi liberada.

A ocorrência foi registrada como desrespeito à lei 8.069/90 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A garrafa foi apreendida e um inquérito investigativo foi instaurado. Um dos adolescentes, inclusive, contou que já havia comprado bebida alcoólica no local outras vezes.

Adilson
Adilson

O conselheiro tutelar Adilson Almeida foi chamado e acompanhou os adolescentes até suas moradias. Ontem (12), a mãe de um dos jovens compareceu ao órgão e foi orientada. No outro caso, os conselheiros vão investigar se houve negligência dos pais devido ao histórico de evasão escolar.

Almeida informou que casos de embriaguez entre adolescentes são pouco notificados ao Conselho Tutelar, mas que eles ocorrem, principalmente durante eventos festivos realizados na cidade e durante os ‘rolezinhos’. Alguns casos são informados pelos Comissários de Menores. Adilson ressaltou que não é competência do Conselho Tutelar fiscalizar a venda de bebida alcoólica e, sim, dos órgãos de fiscalização do município.

 

‘Lança-Perfume’

A Polícia Militar também foi acionada na sexta-feira (9) para encontrar frascos de ‘lança-perfume’ dentro de uma escola estadual da Zona Norte. A direção da instituição de ensino recebeu uma denúncia de que dois alunos fariam o uso do produto químico dentro da sala de aula.

Os policiais Roberta e Eduardo fizeram uma revista nas mochilas de todos os alunos da sala onde os garotos estavam. Os dois frascos foram encontrados na mochila de um dos denunciados, de 15 anos. Ele e o outro estudante, também de 15 anos, que fariam o consumo do produto, foram levados para a sala da direção. Eles primeiramente acusaram-se mutuamente quanto a quem pertenciam os frascos. Depois, o menor que guardava os frascos na mochila assumiu que tinha achado os produtos na rua e que não tinham feito uso do ‘lança-perfume’.

Os pais dos dois garotos foram chamados até a escola e lá souberam do ocorrido. Todos foram levados à DISE (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) onde uma ocorrência foi elaborada de ato infracional relacionado à substância química. Depois pais e filhos foram liberados.

 

 

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