Home»Opinião»Tome Nota de sábado, dia 27

Tome Nota de sábado, dia 27

0
Compartilhamentos
Pinterest Google+

Metalúrgicos

O ex-vice-prefeito e sindicalista Marçal Georges Damião (SD) irá disputar novamente a Presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de Mogi Guaçu e Região em 2018. Mesmo após ter sido alvo de duas denúncias de que já estaria – de modo velado – no comando do sindicato da categoria, Marçal reforçou que não terá problemas para enfrentar a concorrência. “As denúncias foram arquivadas e não há nada contra mim que impeça minha candidatura à Presidência do sindicato”, afirmou.

 

Fora do páreo
Já na política partidária, Marçal voltou a dizer que, por enquanto, permanece no SD (Solidariedade), mas não sabe até quando. O que ele está certo é que não irá concorrer a deputado estadual ou federal nas eleições de 2018. “Será um ano muito difícil para quem for ser candidato e até para pedir voto aos eleitores. O momento da política brasileira não está ajudando e os candidatos vão ter que ter coragem para sair às ruas. Eu não quero”, justificou o sindicalista.

 

Repúdio

O vereador Luciano Firmino Vieira, o Luciano da Saúde (PP), torceu o nariz para o repasse financeiro que será dado pela Secretaria Estadual da Cultura para a organização da Parada do Orgulho LGBT, em Mogi Guaçu. “O mesmo Estado que sempre alega que não tem dinheiro para ajudar a melhorar a saúde pública, agora liberou recursos para facilitar a organização deste evento na cidade. Para comprar remédios caríssimos que os pacientes precisam para se tratar o Estado nunca tem dinheiro”, queixou-se Luciano.

 

Será?

Alguns sindicalistas queixaram-se da postura dos vereadores, durante as explicações que foram dadas sobre as consequências das reformas trabalhista e previdenciária na sessão da Câmara Municipal de segunda-feira (22). Eles reclamaram que os vereadores não deram a devida atenção e sequer demonstraram entendimento sobre o assunto abordado na tribuna pela advogada Janaína Martini e pelo sindicalista Nelson Moreli.

Post anterior

Sindicatos retomam atos públicos pela cidade

Próximo post

Adoção: uma conta que não fecha