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Reeducandas participam de ações de cidadania e empregabilidade

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Reeducandas do regime fechado e semiaberto da penitenciária feminina de Mogi Guaçu participaram da 2ª Jornada de Cidadania e Empregabilidade. O objetivo da Jornada, como explicou a diretora técnica Daniele de Freitas Melo, foi o de oferecer um conjunto de serviços essenciais para auxiliá-las na retomada da vida em liberdade, trazendo para dentro do sistema penitenciário um mutirão de ações para fornecer importantes ferramentas no processo de reintegração social.

A direção da unidade aproveitou o evento para inaugurar a padaria artesanal em parceria com o FUSSESP (Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo). Para resgatar a cidadania foram emitidas cédulas de identificação pessoal (RG) e carteiras de trabalho. Estudantes de cursos de Imagem Pessoal resgataram a autoestima das reeducandas com sessões de beleza com design de sobrancelhas e esmaltação de unhas.

penitenciaria femininaA Defensoria Pública do Estado de São Paulo – Regional Campinas- também enviou procuradores para orientar as reeducandas, assim como a OAB Mogi Guaçu enviou representantes por meio da Comissão dos Direitos Humanos. Houve apresentação das alunas de dança do ventre e da orquestra de Violeiros da EMIA (Escola Municipal de Iniciação Artística).

Profissionais de Educação do Samu fizeram palestras sobre primeiros socorros. Houve também palestras com profissionais da área da Saúde da Unicamp. Alunas do curso de Enfermagem da FAJ (Faculdade de Jaguariúna) auxiliaram a equipe de Saúde da penitenciária na realização de exames como papanicolau, teste de glicemia, HIV (Aids), aferição de pressão arterial e atividades físicas orientadas. Também houve fluoretação no gabinete odontológico.

O evento foi realizado na semana passada pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), por meio da Coordenadoria de Reintegração Social e Cidadania (CRSC), Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região Central (CRC). Denominações religiosas também deram orientação espiritual, realizaram palestras motivacionais, distribuíram publicações bíblicas e exibiram o filme “A Paixão de Cristo”.

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Segundo observado pela equipe multiprofissional da penitenciária, a falta de documentos prejudica as reeducandas quando saem em liberdade, tendo que a partir daí começar toda uma busca que poderia ser feita ainda enquanto presa. “O objetivo da Jornada é ofertar aos sentenciados um conjunto de serviços que proporcionem o acesso à cidadania e os auxiliem quando em liberdade, fortalecendo sua reinserção social”, diz a nota enviada pela direção da unidade. (KA com informações da penitenciária feminina de Mogi Guaçu).

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