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Protestos terminaram ao meio-dia no Ingás

O movimento começou ainda na madrugada na Viação Santa Cruz e uma carreata foi feita até a vizinha Mogi Mirim

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Cenário de protestos, desta vez o Parque dos Ingás, área central, foi o palco de encerramento das manifestações da greve geral realizada na sexta-feira (28). Era meio-dia, quando os sindicalistas chegaram ao local após ações na Praça Rui Barbosa, Centro, em Mogi Mirim, e Avenida 9 de Abril. A paralisação começou ainda na madrugada, com concentração na Viação Santa Cruz, no Jardim Ypê I, onde os ônibus fretados e do transporte municipal e intermunicipal só saíram da garagem às 8h30.   

À sombra das árvores do Parque dos Ingás, os sindicalistas se reuniram para avaliação do movimento. “Foi ótimo e não só pela mobilização, mas porque criamos um fato. Não podemos perder o foco e agendarmos reunião para avaliação ampla e para encaminhamento das próximas ações”, disse o sindicalista Nelson Moreli. Ele ressaltou durante toda a manifestação a importância desta unidade em torno da causa e da necessidade desta união ser fortalecida. Isto porque, a ideia é de novas paralisações.

greve geralNa avaliação dos sindicalistas, o movimento realizado na manhã desta sexta-feira entrará para a história diante da participação de praticamente todos os sindicatos guaçuanos e daqueles que têm sede em Mogi Mirim, mas abrangem Mogi Guaçu, como é o caso da Apeoesp. Os atos de protesto foram divididos em três ações: paralisações na portaria da Viação Santa Cruz, em frente à agência do Banco do Brasil da Avenida 9 de Abril, e na Praça Rui Barbosa, Centro, em Mogi Mirim.

Durante o protesto, os sindicalistas soltaram rojões e algumas bombas, o que é visto como uma forma de chamar a atenção para o movimento. Por conta destas ações e da paralisação no trânsito, eles também levaram muitos xingos de motoristas e motociclistas. Todavia, salientaram que estavam trabalhando por todos, inclusive pelos jovens que ainda irão ingressar no mercado de trabalho.

À frente do carro de som durante todo o protesto estava Daniel Constantino Pedro, o Tita, que preside o Sindicato da Alimentação de Mogi Mirim e Região. “O movimento foi positivo porque conseguimos mobilizar muitas categorias e a cidade ficou parada, parecia uma manhã de domingo”, disse. Todavia, ele se queixou das multas de trânsito aplicadas pela Polícia Militar aos carros que participavam do manifesto e bloquearam a 9 de Abril.

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