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Pastores são convidados para participar de projeto

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Normatizar as ações assistencialistas voltadas para moradores de rua é uma das metas do Gabinete de Gestão Integrada (GGIM). A secretária de Segurança, Judite de Oliveira, quer orientar as ações feitas por entidades assistenciais e por denominações religiosas na tentativa de reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas de Mogi Guaçu. O último levantamento, realizado no mês de março, apontou 200 pessoas nas ruas. “Queremos tirar o máximo de pessoas das ruas e queremos fazer um trabalho de orientação. Porque com alimentação na rua e as pessoas dando esmola, eles usam o dinheiro para comprar drogas e bebidas”, argumenta Judite.

Segundo apurado, uma pessoa na rua chega a levantar de R$ 100 a R$ 150 por dia. A ideia é aproveitar o trabalho dessas entidades e direcioná-los para atuarem junto com a rede criada pelo Poder Público.

Judite lembra que em 2013 foi implantada a Casa de Acolhida que abriga moradores de rua com família ou naturais de Mogi Guaçu. O objetivo é integrá-los à sociedade buscando tratamento médico ou retorno ao vínculo familiar. Desde o ano passado, uma parceria entre a Secretaria de Promoção Social e Albergue “Vinha de Jesus” possibilitou a criação do programa “Vinha Esperança”.

Monitores, psicólogo e assistente social vão às ruas e tentam internação, passagem de volta à terra natal ou reinserção às famílias. “E com os pastores o pedido do prefeito é para montarmos uma Comunidade Terapêutica, para aproveitar esse conhecimento que eles têm como voluntários”, pontuou Judite.

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