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Obras de emissário de esgoto geram queixas

Moradores relatam problemas

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Há três meses os moradores à Rua Marli Aparecida Leme, no Parque São Camilo, convivem com obras na rede de esgoto. O serviço está trazendo alguns transtornos que são alvos de queixas, entre os quais, tubulação de esgoto aberta, água parada e condições precárias de tráfego. Para quem reside no local, sair de casa é quase uma aventura, especialmente nos dias de chuva.

De acordo com o morador Paulo Henrique Rosa, o mau cheiro chega a ser insuportável. “E ainda tem a poeira ou a lama”, disse frisando que os filhos ficaram doentes e que ele pensa até em se mudar. A indignação do morador é com a forma que a obra é realizada, ou seja, com a abertura da rua em vários trechos, ponta a ponta. Isto, segundo ele, é uma falta de cronograma da empresa responsável. “Sem falar que tem poucos funcionários e o serviço não rende”, pontua.

Rosa relata que chegou a ficar uma semana sem conseguir usar a garagem porque abriram um buraco bem na porta de sua residência. “E não foi só comigo. Outros moradores também passaram por isso”, disse relatando uma das situações enfrentadas no dia a dia durante a obra.

reclamacao sao camilo obrasO superintendente do Samae (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto), Elia Fernandes de Carvalho, disse que, de fato, obra sempre traz alguns transtornos, mas o serviço é necessário. No entanto, frisa que o serviço nesta rua será finalizado em poucos dias. “Acredito que neste final de semana este trecho estará pronto. Depois resta cruzar a Avenida Honório Orlando Martini”, relata.

Ele justifica que o período de chuva acarretou alguns problemas no andamento do serviço, umedecendo demais o solo e comprometendo a compactação. Com isto, toda a terra teve de ser trocada. O superintendente disse que em vários trechos há galerias de águas pluviais e, por isso, existem trechos com água.

A obra é referente ao interceptor de esgoto da bacia do Parque São Camilo e é orçada em pouco mais de R$ 349 mil. As antigas tubulações, sendo parte de manilha e outra de PVC, estavam danificadas e estão sendo substituídas por tubos corrugados de 400 mm. “Este é o terceiro trecho que fazemos a troca da tubulação. Já fizemos o trecho do Ypê V e também da região do Sesi”, pontua adiantando que futuramente fará trecho próximo à Lagoa do Chula. O emissário segue para a ETE (Estação de Tratamento de Esgotos) dos Ypês.

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