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Fundação Casa: Vigias param por falta de salário

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Vigilantes que prestam serviços nos dois centros socioeducativos da Fundação Casa em Mogi Mirim pararam as atividades na manhã desta terça-feira (25). Um segundo manifesto está marcado para essa quarta-feira (26).

Segundo explicou o diretor do Sindicato dos Vigilantes da região de Campinas, Cristiano Pereira, além da falta de pagamento, a empresa terceirizada não está cumprindo com as demais garantias acertadas em acordo coletivo como vale-transporte e cesta básica. O sindicalista diz que os atrasos são recorrentes. Os salários devem ser pagos no 5º dia útil e durante uma rodada de negociações com a empresa ficou acordado que o pagamento seria feito no último dia 20. O que não foi feito. Mesmo com a paralisação, a empresa Gatto& Silva Segurança e Vigilância Patrimonial Ltda não entrou em contato com o sindicato para uma nova negociação. A empresa assumiu a vigilância da unidade há nove meses.

Todo o efetivo do turno diurno e noturno parou. “Isso compromete a segurança das unidades porque será feita apenas pelos agentes da Fundação e compromete, inclusive, as revistas e outras atividades internas”, declarou Pereira.

Resposta

A reportagem da Gazeta entrou em contato com a Gatto & Silva, mas, segundo a atendente, não havia na empresa alguém que pudesse dar explicações à imprensa

Já a assessoria de imprensa da Fundação Casa esclareceu que a instituição está em dia com todos os pagamentos para a empresa Gatto & Silva Segurança e Vigilância Patrimonial. A empresa já foi notificada sobre o descumprimento contratual.  “Na ausência dos vigilantes da empresa, os próprios servidores da Fundação Casa assumem os postos de vigilância. A segurança dos centros socioeducativos não está comprometida, sendo respeitados todos os procedimentos de segurança que garantem o cumprimento da medida socioeducativa. A rotina dos centros não foi alterada e todas as atividades estão sendo desenvolvidas normalmente, sem prejuízo aos adolescentes”, afirma a entidade.

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