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Ex-candidatos ainda não tiveram contas aprovadas

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A Justiça Eleitoral de Mogi Guaçu e o TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) começaram a julgar as prestações de contas finais dos candidatos a prefeito de Mogi Guaçu nas eleições do ano passado. Com exceção do prefeito eleito Walter Caveanha (PTB), nenhuma outra prestação de conta final havia sido aprovada ou rejeitada.

No caso de Caveanha, o julgamento dos números e informações se deu com prioridade, a fim de que ele pudesse estar apto a ser diplomado pela Justiça Eleitoral e, por fim, empossado. Para isso, a prestação de contas final referente à campanha eleitoral de 2016 precisava estar aprovada, principalmente pelo Tribunal de Contas do Estado. Agora, passados quatro meses da posse dos eleitos, a Justiça Eleitoral de Mogi Guaçu retomou o julgamento das prestações de contas finais dos demais candidatos a prefeito, mas está esbarrando em diversos empecilhos que estão dificultando as análises.  

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Marcos Antonio

O então candidato Marcos Antonio (PSD) é um dos que está com pendências que ainda precisam ser sanadas em sua prestação de contas final. Falta de documentos, ausência de informações que possam ser usadas para cruzar dados com outras fontes e números que não ‘batem’ estão tendo que ser revistos pela assessoria contábil e jurídica de Marcos. A Justiça Eleitoral já fez a diligência e Marcos pediu 15 dias para informar os dados que ainda faltam. “Estou ciente desta situação e já contratei um profissional para cuidar disso. Vamos entregar o que tiver faltando e estou otimista que tudo vai dar certo, sim”, disse Marcos.  

Já os então também candidatos a prefeito Alexandro de Araújo, o Alex Tailândia (PRB), e André Luís de Oliveira, o Professor André (PSOL), também estão com suas prestações de contas finais em vias de análise. Porém, em ambos os casos, as correções são mais simples. Vale ressaltar que se a Justiça Eleitoral ou o Tribunal de Contas do Estado rejeitar as prestações de contas finais dos candidatos a prefeito ou a vereador a principal punição é torná-los inelegíveis. Assim, eles não podem disputar as próximas eleições para nenhum cargo eletivo sob pena de não conseguirem o registro de suas candidaturas.

A Justiça Eleitoral tem um prazo de um ano para julgar todas as prestações de contas finais dos candidatos a prefeito, vice e vereadores que disputaram nas eleições passadas. Em Mogi Guaçu, está sendo feita uma força tarefa, a fim de cumprir este prazo que já está sendo cobrado pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo.

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