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Estado assumirá construção de escola em Martinho Prado

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O vereador Luciano Firmino Vieira, o Luciano da Saúde (PP), esteve com o deputado estadual Cezar de Madureira (DEM), em São Paulo, na semana passada, para saber sobre a construção da escola que estava destinada pelo Governo do Estado ao Distrito de Martinho Prado Júnior. Isso porque, em abril de 2013, o prefeito Walter Caveanha (PTB) tinha assinado o convênio com o Estado para receber os recursos financeiros para início das obras.

No entanto, de lá para cá o assunto não rendeu mais nada. Até porque, houve problemas com a localização da área onde a escola seria construída. Na ocasião, em abril do ano passado, a Prefeitura não tinha área disponível para ceder e, por isso, ficou definido que a construção seria em área do Estado, próximo ao centro esportivo “Amauri Caveanha”. O que não aconteceu. “Minha intenção não é afrontar o Governo Municipal, nem o prefeito. Quero apenas exercer minha função de vereador. Fui até São Paulo apenas para saber como está o processo envolvendo a construção dessa escola. Tive 94 votos em Martinho Prado e tenho que defender o interesse daquele Distrito”, frisou Luciano.

De acordo com ele, devido aos problemas com a área onde a escola seria construída, o Governo do Estado considerou por bem que a Prefeitura devolvesse os recursos que já tinham sido enviados para Mogi Guaçu e recomeçasse todo o processo de licitação. “E assim foi feito. Agora, o Governo do Estado assumiu todo o processo e uma nova licitação será feita e o próprio Estado irá construir a escola, que custará R$ 6 milhões, praticamente o dobro do valor de antes que era R$ 3 milhões. Todo o projeto está sendo elaborado pelo FDE (Fundo para o Desenvolvimento da Educação). Eles estão apenas aguardando a definição dos valores para iniciar a licitação. É que os valores dependem do recurso orçamentário do Estado”, explicou Luciano.

Os estudos para a construção da escola estadual iniciaram logo que foi preciso reunir no mesmo prédio os alunos do ensino médio e do ensino fundamental da Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) “Geraldo Sorg”. 

A negociação teria sido iniciada por volta de 2011, ainda na Administração do então prefeito Paulo Eduardo de Barros, o Dr. Paulinho (PHS), quando os técnicos do Governo do Estado vieram avaliar a reforma do prédio da “Geraldo Sorg”. “Minha preocupação era apenas evitar que Mogi Guaçu perdesse esse convênio com o Estado e, por consequência, o recurso destinado para cá”, pontuou Luciano.

Como o projeto ainda não está concluído, não se sabe quantas salas de aula a escola estadual terá nem o tamanho da área a ser construída.

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