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Colombiana é presa após furtar R$ 3 mil em produtos

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A publicitária colombiana Claudia Garzon Salgado, 46 anos, foi presa na noite de sexta-feira (2) após furtar a farmácia da rede Droga Raia, no Jardim Progresso. O comparsa, Javier Gonzales Medina, conseguiu fugir da abordagem dos funcionários da farmácia e da polícia e embarcou em um veículo na cor preta. Os dois residem na Capital Paulista.

O colombiano conseguiu levar um pouco mais de R$ 3 mil em produtos como vitaminas, polivitamínicos, cosméticos e refil de aparelho de barbear.

A mulher e o comparsa furtaram os produtos da loja do Jardim Progresso e depois iriam cometer novo crime na loja do Centro, na Rua XV de Novembro, onde Claudia foi presa. Ela foi encaminhada para a penitenciária feminina de Mogi Guaçu.

Em depoimento, a acusada disse aos policiais militares Alberto e Caroline que apenas comprou um absorvente na primeira farmácia e pagou. Com ela não havia mais nada, apenas dinheiro R$ 472.

Mas o gerente das duas farmacêuticas informou que o sistema de monitoramento flagrou o casal pegando os produtos nas prateleiras e colocando na bolsa que ela carregava. Em abril, os policiais militares André e Bardela prenderam dois colombianos após o furto na mesma farmácia, no Jardim Progresso. 

Eles estavam para acessar a Rodovia SP-340. No carro encontraram vários medicamentos. Uma das bolsas usadas pela dupla tinha uma proteção com caixa forrada com fita adesiva para impedir que o sinal sonoro do código de barras disparasse ao deixarem o local. Pelas tarjetas dos produtos foram identificadas três farmácias.

 

No outro dia

Outro colombiano quase acabou preso. O vendedor Christian Stevem Rico Rico, 25 anos, foi abordado próximo à Central de Polícia Judiciária, na tarde de sábado (3). Ele levantou suspeita dos policiais. Ele havia dito que tinha vindo à cidade a pedido da amiga que foi presa para trazer-lhe roupa e comida.

Após pesquisa do celular que ele trazia consigo, os policiais constataram que tratava-se de aparelho furtado no dia 2 de maio. Mas ele alegou que comprou na Praça da Sé, em São Paulo, por R$ 300. Ele vai responder a inquérito de receptação em liberdade. O aparelho foi apreendido.

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