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Câmara discute aumento no número de moradores em situação de rua

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Na sessão da Câmara Municipal, na noite desta segunda-feira (24), os vereadores demonstraram preocupação com o crescente número de moradores em situação de rua na cidade. Rodrigo Falsetti (PTB) reforçou, na tribuna da Câmara, que este assunto problemático já foi discutido em outras sessões da Casa, mas é necessário uma ação eficaz nessa questão. “Sabemos que é um tema delicado. Afinal, são seres humanos que também precisam de ajuda, de auxílio, muitas vezes para se recuperarem das dependências do uso de drogas. Mas está se tornando um cenário que chega a dar medo quando a gente estaciona o carro, por exemplo, e estas pessoas que vivem nas ruas nos abordam pedindo dinheiro”, relata Rodrigo, frisando que boa parte são pessoas que chega a Mogi Guaçu vinda de outra cidade e muitas delas têm passagem pela polícia. “Vamos fazer uma reunião com as Secretarias Municipais de Promoção Social e também de Segurança para discutirmos esse problema e tentar chegar numa solução que seja viável para o município e mais eficaz”, afirmou o vereador.

sessao de camara rodrigo falsetti

A reunião entre Rodrigo Falsetti, demais vereadores e as secretárias municipais das respectivas Pastas, Mariana Martini e Judite de Oliveira, está marcada para esta quarta-feira (26), às 15 horas, na Câmara Municipal.

Ainda durante a sessão desta segunda-feira, os vereadores também aprovaram o reajuste salarial de 4,23% concedido pelo prefeito Walter Caveanha (PTB) aos servidores públicos municipais. O reajuste será retroativo ao dia 1º de março, que é a data-base da categoria. Além disso, a aprovação também se estendeu a manutenção do da concessão do abono especial aos servidores municipais no valor de R$ 100,00, inclusive para o 13º salário, no período de 1º de abril de 2017 até 28 de fevereiro de 2018.

sessao de camara guilherme farmacia

No entanto, os vereadores Guilherme de Sousa Campos, o Guilherme da Farmácia (PSD), e Fábio Luduvirge Fileti, o Fabinho (PSDB), questionaram o reajuste de 9,5% feito ao convênio médico dos servidores, que é atendido pela Unimed Regional da Baixa Mogiana. “Por que esse reajuste foi tão alto? Foi o dobro do índice concedido no aumento salarial? Queria entender essa conta”, indagou Guilherme. “É inadmissível um reajuste desse índice no convênio médico. Mesmo a Unimed tendo suas razões não justifica 9,5% de aumento”, observou Fabinho.

sessao de camara fabio luduvirge

O líder do prefeito na Câmara, o vereador Jéferson Luís (PROS), explicou que se trata de uma questão contratual, já que aposentados e pensionistas ligados à Prefeitura de Mogi Guaçu utilizam mais os atendimentos médicos e ainda está atrelado o índice do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). “A Unimed havia pedido 20% de reajuste no convênio médico para a Prefeitura, mas a equipe de governo negociou, apresentou números e conseguiu fechar em 9,5%”, contou Jéferson.

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